Dois anos de blog e uma comemoração contida

adorariaNesta semana o blog comemora dois anos de vida (eu acho que é nesta semana, mas é em setembro sem dúvida!), e como o negócio aqui é meio parado, não teremos sorteios, brindes, nem nada dessas coisas que os blogs legais têm. Ano passado, como comemoração, eu expliquei no post de aniversário a origem do nome do blog, mas agora já queimei esse cartucho e não consegui pensar em nada assim tão legal. Por isso resolvi apenas falar das últimas coisas que andei lendo e assistindo. Ok, eu sei que para isso nem precisava avisar do aniversário, mas deixar passar em branco também não é do meu feitio.

Tudo bem. Eu andei lendo alguns livros bem legais, assistindo a muita série ruim (e a outras boazinhas) e poucos filmes que valeram a pena. Não tenho tido tempo de ir ao cinema, por isso tenho vivido na ilegalidade. Sempre acho que um dia o governo vai me pegar e meu azar vai ser tão grande que eles vão querer me fazer de exemplo: cadeia nela!

Minha meta de leitura de 2017 está indo bem graças a um novo método: eu agora calculo antecipadamente quantas páginas preciso ler por dia, durante o mês inteiro, e anoto num papel (que acaba virando marcador) as datas e as páginas a que tenho que chegar a cada dia. No momento estou lendo No caminho de Swann e minha média é de 15 páginas por dia, um número perfeito para ler bem de manhãzinha antes de começar a labuta. Com o mesmo método eu terminei Vida e destino, Doutor Jivago e Todos os Contos da Clarice Lispector. Fico feliz com esse método porque finalmente estou dando conta de ler a meta sem me embananar com tudo o que me aparece fora dela. Parece neurose, mas facilita muito e me ajuda a ter constância.

Só que minhas últimas leituras não foram clássicos. Continuo lendo Outlander e sigo atrasada com a infinidade de livros da série. Terminei Os tambores de outono – Parte 1, mas a segunda parte ainda me espera. Me empolgo só de olhar a pilha de livros aqui de casa e saber que ainda tenho muito a aproveitar na companhia de Claire e Jamie. Também li dois thrillers bem bacanas: O casal que mora ao lado e Por trás dos seus olhos. O primeiro é curtinho e traz o suspense do desaparecimento de um bebê que fica sozinho em casa enquanto os pais jantam na casa ao lado. Dá para ler em uma sentada e, mesmo que não tenha um fim tão surpreendente, nos deixa ligados do começo ao fim. O segundo livro é um pouco mais longo e narra a história de uma mulher que fica amiga da esposa do chefe. Acontece que ela teve um flerte com ele (beijou o sujeito, para falar a verdade). O fim é bem louco, mas bem diferente, e me deixou de queixo caído. No Skoob quase todo mundo que leu ficou da mesma forma.

Animada com esses dois acabei lendo outros thrillers bem ruins: Um pequeno favor e A desconhecida. Os dois contam histórias de mulheres mentalmente perturbadas e desinteressantes. Também li (finalmente!) Agora e para sempre, Lara Jean e Mr. Romance. Ambos foram bem fofos.

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Mike e Harvey lindos

Agosto e início de setembro são sempre meio parados para as séries de televisão, mas mesmo assim encontrei algumas interessantes. Comecei a ver Suits sem acreditar que investiria muito do meu tempo, mas agora estou viciada em Mike e Harvey. Esses dois eu shippo muito (e acabo de descobrir que já existe um nome para o ship deles: Marvey). Falando em shippar, terminei por estes dias a segunda temporada de Animal Kingdom e, se na primeira temporada eu não tinha certeza de que a série iria vingar, a segunda temporada veio para me dizer que sim, os meninos Cody são especiais e merecem ser acompanhados. Pena que são apenas 13 episódios.

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Jessica Biel em The Sinner

Quanto aos suspenses, se eu não gostei de Mr. Mercedes, The Sinner foi bem diferente. Tem a Jessical Biel e o Bill Pulman. O piloto da série me surpreendeu por um evento que pareceu muito aleatório (não dá para ser mais específica sem estragar tudo), mas que foi bem costurado nos outros sete episódios. Strike, aquele da J. K. Rowling, estreou e já acabou (foi tudo muito rápido mesmo) em apenas cinco partes. Uma terceira temporada vai chegar em 2018, mas os capítulos são tão curtos que sinto que, se eu não tivesse lido os livros, não teria entendido coisa nenhuma. Mas a música da abertura é ótima! (só que não vale a pena assistir só por isso, dá para ver a abertura pelo Youtube).

Nas últimas semanas comecei a assistir a The Deuce, que parece bem promissora. É do mesmo criador de The Wire (de que meu marido tentou me fazer gostar, sem sucesso) e tem no elenco James Franco e Maggie Gyllenhaal. A série é lenta e talvez entusiasme mais os fãs de cinema do que os de televisão, mas ainda é cedo para tirar conclusões. Liar e Star Trek: Discovery são outras duas que comecei a assistir por esses dias e ainda não sei aonde vão chegar. Por enquanto foram dois episódios de cada, vale acompanhar mais um pouco.

Ultimamente os filmes estão meio ausentes dos meus dias. Sempre tenho que escolher à noite entre livro, filme e série e os filmes têm levado a pior. Mas eu vi Baby Driver que foi muito bom, cheio de ação e com cenas de carro melhores que as de Velozes e Furiosos (mentira, não posso comparar; nunca vi a franquia do Vin Diesel, que todo mundo ou ama ou odeia). Também vi The Big Sick, uma comédia romântica que tinha tudo para ser boa mas se perdeu na baboseira de tentar dar um final feliz (e chato) para todo mundo.

Bom, o post de comemoração é este. Não parece muito comemorativo, mas estou bem feliz de ter um cantinho há dois anos para falar das minhas paixões mais antigas. Para celebrar um pouquinho mais, segura esse vídeo do Johnny Castle ensinando a Baby a dançar:

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Get Out – Corra! (mentira, não corra:o filme é bom)

get out

Get Out é muito legal. De uns tempos para cá ficou difícil repetir aquela ladainha de que falta criatividade aos filmes de terror/suspense, já que surgiram vários memoráveis nos últimos anos, mas não dá para negar que o gênero investe muito em nostalgia, referências, homenagens e todas essas coisas que deixam, às vezes, um filme novo com cara de produto reciclado. Não é o caso aqui. Get Out tem o esqueleto obrigatório do suspense, mas encontra um ponto de vista particular.

Imagine que você tem um relacionamento de quatro meses e agora vai conhecer os pais da namorada  ou namorado, em um fim de semana em que você vai dormir na casa deles. Para piorar, você vive num país em que a proibição ao casamento inter-racial, dependendo do estado, era comum na geração de seus avós e muito recente na de seus pais. Vocês formam um casal inter-racial. Você é a parte mais discriminada da história. Essa é a premissa do diretor e roteirista Jordan Peele.

Quando Get Out introduz Chris Washington, vivido por Daniel Kaluuya, o rapaz está fazendo as malas com uma expressão preocupada. Chris quer saber se a namorada contou aos pais que ele é negro. Ela diz que não e que isso pouco importa. Diz que eles são democratas, eleitores de Obama, que têm pavor de racismo e jamais se oporiam a uma pessoa por conta da cor de sua pele. Só que Chris é escolado – e isso é um dos pontos mais legais do filme,  que é conduzido pelos olhos de seu personagem principal. Percebemos logo que ele não vê o mundo com o otimismo de sua namorada, que qualquer discriminação que venha a sofrer não será a primeira e que, na opinião dele, um branco americano de classe alta pode ser racista e eleitor de Obama ao mesmo tempo. Chris não precisa dizer nada disso porque a câmera acompanha suas expressões e reações em todos os diálogos, do começo ao fim. Então é com uma espécie de resignação pessimista que ele parte para a casa dos pais da namorada. Faz isso por ela, apesar da própria vontade; faz porque aposta no relacionamento.

Já que o filme segue Chris em tudo, é claro que ele estava certo. Não demora e a gente percebe que a família da namorada é racista, sim. Só que racista, ali, todo mundo é. O maior problema desse pessoal é ainda mais complicado: a família vai parecendo mais e mais bizarra, e logo Chris começa a temer por sua segurança. Daí em diante, Get Out fica divertidíssimo, um filme sóbrio e dono de uma atmosfera sufocante, e que, ao mesmo tempo, não perde certa veia de comédia de costumes. Ele retrata relações sociais em um país que não conseguiu resolver sua desigualdade e as contradições que brotam dela, sem deixar de ser uma espécie de depoimento pessoal. Por isso, por ter um olhar particular sobre a questão racial americana, Get Out não esbarra no discurso político já pronto para agradar uma plateia de adeptos, bem ao contrário: o filme é muito contundente quando satiriza o racismo justo por não fazer concessões. É como se a premissa tivesse nascido de um comentário levado ao extremo: e se o terror que é conhecer os pais racistas de uma namorada fosse interpretado literalmente e virasse terror de verdade? Jordan Peele nunca se afasta desse ponto de partida.

GetOut corra

Mas o mais legal nem é isso. Para contar o que é mais legal eu vou precisar falar um pouquinho mais do que acontece quando Chris chega à propriedade dos pais da namorada e, para ser sincera, eu acho que saber desses detalhes vai piorar a experiência de quem ainda não assistiu ao filme. É que tem um certo desafio em saber exatamente o que vai acontecer, e o desafio é levado a sério, ou seja: Get Out é mesmo um filme de suspense em que o desenrolar tem importância. Fica o meu aviso, então, de que daqui em diante o texto contém spoilers até que grandinhos.

Pois bem. Os pais da namorada são traficantes de pessoas. O que eles fazem é sequestrar um afro-americano, fazer nele uma lavagem cerebral e leiloar seu corpo a uma clientela formada por brancos ricos. A mãe da menina é psiquiatra, sua especialidade é deixar as vítimas com a mente oca; o pai é neuro-cirurgião, e quando ele encontra um afro-americano com as características que um cliente quer, ele prepara uma cirurgia de transferência de uma parte do cérebro do cliente ao corpo da vítima. Com que finalidade? Ah, sim, transfere-se a consciência de alguém em vias de morrer para o corpo de um americano negro no auge da forma. Essa foi a metáfora que Jordan Peele encontrou para tratar das contradições de um país racista que não deixa de consumir a cultura negra com voracidade. No filme, os negros que tinham recebido o transplante de um cérebro branco perdiam todas as marcas da identidade afro-americana. Vocabulário, roupas, costumes, gostos: na cabeça das vítimas só sobrava uma lembrança distante de quem foram. Eu deixo toda a discussão que isso desperta para alguém que tenha mais familiaridade com os Estados Unidos do que eu (e aproveito para recomendar o documentário vencedor do Oscar, O.J.: Made in America), mas não dá para negar o tamanho da bola de neve que uma premissa dessas pode formar.

Antes de terminar eu queria falar de três coisas. Duas razoáveis e uma besteira muito grande. Razoáveis: (1) Jordan Peele, que é ator e comediante, estreou na direção com uma firmeza que só perde para aquela do sujeito também novato que dirigiu A Bruxa, no ano passado; (2) a julgar por seu desempenho em Get Out, Daniel Kaluuya, que esteve em Black Mirror, tem muito carisma e é um nome para todo mundo guardar. Agora, uma besteira muito grande: Jordan Peele, que dirigiu e também roteirizou Get Out, é casado com Chelsea Peretti, aquela de Brooklyn Nine-Nine e das comédias stand-up. Alguém tem coragem de chegar nele e perguntar se a família dela é assim horrível? Nessas horas faz falta uma Fabiola Reipert.

Animais Noturnos

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A sinopse poderia ser bem pequenininha: Amy Adams está lendo um romance. Boa parte da atuação dela em Animais Noturnos é reagir ao que parece ser um livro bem bom. Por sorte, ficamos sabendo o que é que está tão interessante na leitura: Jake Gyllenhaal, o protagonista do livro, vai viajar com a família e acaba num pesadelo. Numa estrada, à noite, ele é cercado por estranhos e fica quase sem reação quando sente que deveria proteger a esposa e a filha. A perspectiva da violência é o que deixa a gente, em casa, e a Amy Adams, nos sofás e na cama dela, em suspense.

Então temos duas histórias:  (1) Amy Adams lendo um livro e (2) o livro que Amy Adams está lendo. Eu acho que saber detalhes maiores que esses, antes de ver o filme, é um prejuízo e tanto. Portanto, se você chegou aqui perdidinha(o) sua missão já terminou. Para todo mundo que já assistiu a Animais Noturnos eu digo: foi legal ou não foi? Foi, né? Olha que eu não esperava muita coisa. Do  trailer eu só levei uma impressão de que esse filme seria um daqueles de cenários insípidos, todo metido a elegante, às vezes até meio minimalista. O nome do diretor não me dizia absolutamente nada, e eu só fui saber agora, via Wikipedia, que esse é aquele mesmo Tom Ford estilista da Gucci. Caramba.

Eu tinha certa dose de razão. Os cenários são meio insípidos, só que de propósito. Isso é um tema do filme. Amy Adams é dona de uma galeria de arte em Nova York. Quarentona, ela tem cara de cínica e desiludida, fala que não dorme, tem aquela pinta de Meryl Streep em O Diabo Veste Prada, tem uma filha crescida e um marido infiel. Ela está infeliz e a beleza ao redor só reforça essa ideia. Ela tem quadros lindos, mas uma casa meio impessoal. Um penteado que, apesar de maravilhoso, com a ajuda de maquiagem pesada esconde boa parte do rosto. Essa é ela depois de muitas desilusões, com uma espécie de máscara na cara, solitária e entediada.

Uma coisa que eu escondi de quem ainda não viu o filme (e que eu não lembro se está no trailer) é que ela não está lendo um livro ao acaso. Não. Foi o ex-marido dela quem escreveu e mandou o romance para ela, com dedicatória e tudo, e a certa altura do filme a gente fica sabendo  da história dos dois e de como essa história se embrenhou no romance que ele escreveu. Há uns vinte anos eles eram jovens e se casaram, apaixonados. Ele um aspirante a escritor, ela uma estudante bem mais idealista do que essa versão desencantada que a gente conheceu primeiro. Nessa época ela não escondia o rosto, tinha uma expressão mais direta e honesta, os olhinhos brilhavam.

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(Acho que quem gostou do filme vai concordar comigo que a atuação de Amy Adams é bem boa por conseguir ilustrar essas diferenças sem apelar para diálogos explicativos, tipo: “Hoje estou muito cansada e desiludida, mas já fui cheia de energia e esperança”. Mérito dela, mérito do Tom Ford que dirigiu e escreveu o roteiro, baseado em Tony e Susan, livro de Austin Wright).

Essa diferença entre as duas versões de Amy Adams é de cortar o coração, e os interiores insípidos têm um papel nisso. Vê-se que ela foi sufocada pelas coisas que queria para a própria vida. Enquanto ela lê a história do homem que sente que não conseguiu  proteger a própria família, ela consegue se colocar na pele do ex-marido. Ela vê, por exemplo, na violência física contada no livro uma representação da violência emocional com que ela tratou o ex. Porque afinal de contas foi ela quem traiu e arrebentou com o coração dele, lá atrás. Pela primeira vez ela tem acesso àquilo que aconteceu com eles, do ponto de vista dele. Quando ela enxerga o que fez, se arrepende, mas já é tarde: tanto para ela, que não vai encontrar a felicidade, quanto para o pai de família do livro, que não vai conseguir voltar ao passado e salvar a família. Que o ex-marido jovem seja interpretado pelo mesmo Jake Gyllenhaal que faz o pai em busca de justiça só mostra que ninguém saiu bem daquele casamento fracassado.

Mas imaginar que a história dentro da história é apenas uma metáfora pálida para o que aconteceu na vida do casal não é fazer justiça ao filme. Não é de admirar que a Amy Adams fique tão aflita ao ler o livro: a história é enervante, nela a justiça é um conceito abstrato, e o mundo que o pai de família habita é um deserto árido povoado por gente hostil. Para quem assiste a essas duas histórias fica a impressão de que, no mundo inteiro, não há um só lugarzinho aconchegante onde se encostar. Boa parte da vivacidade desse universo tem que ser colocada nas contas de Jake Gyllenhaal e de Michael Shannon, que vive um detetive empenhado e com o pé na cova – eu pagaria para ver um filme derivado só com ele, de tão bom que o personagem é.

Vou torcer para os três – Amy Adams, Jake Gyllenhaal e Michael Shannon – serem indicados ao Oscar. Minha torcida não serve para nada, eu sei.

Os 5 filmes mais esperados (por mim)

Eu sou uma pessoa ansiosa. Normalmente ansiosa com coisas desnecessárias. Assim surgiu a minha ansiedade por filmes novos. Mas veja bem, não é impaciência para necessariamente assistir aos lançamentos, mas para estar por dentro dos lançamentos. É uma ânsia de anotar tudo o que eu quero ver. É uma mistura de obsessão por fazer listas de todo tipo com a já tradicional ansiedade. Antes que me achem louca e neurótica, o que eu quero dizer é que as redes sociais de filmes, livros e séries só pioraram essa situação. Antes eu anotava tudo o que eu assitia e lia em cadernos, depois no computador e agora apenas nestas redes sociais. 

Eu adoro o Filmow por isso. Se existe um rumor de que tal atriz vai filmar com tal diretor, alguém vai lá e cadastra o filme que ainda nem tem nome. Pronto, eu já marco como ‘quero ver’. Então depois de meses (às vezes anos), eu vejo em algum site que tal filme vai ser lançado como se aquilo fosse novidade, mas para mim não é. Aí está minha felicidade. Bom, todo mundo tem o direito de achar felicidade nas coisas mais bizarras, não é?

Por isso resolvi listar aqui os filmes que acabaram de estrear ou que estão para estrear, mas que estou esperando há muito tempo. Posso dizer que eu “conheci” estes cinco filmes antes de eles terem cartazes. Eu não enumerei eles por preferência. A ordem foi do mais divulgado para o menos.

O Regresso

Quero muito ver esse filme pelo evento. Não vai ser como Star Wars, mas acho que vai ser muito bom vê-lo numa telona. A estreia dele é em dezembro, mas aqui no Brasil só vai ser lançado em fevereiro. O filme é dirigido pelo Alejandro Iñarritu, que dispensa apresentações (apesar de ser meio xaropinho) e é estrelado pelo Leonardo DiCaprio. Hugh Glass (Leo DiCaprio) vai se mandar para o oeste americano atrás de dinheiro, mas o que ele vai encontrar é muita violência e morte. Até atacado por um urso ele vai ser. A história não parece tudo isso, mas é só ver o trailer que você percebe que talvez agora o Leo ganhe o tão sonhado Oscar. Tomara. Tenho pena de ver sempre ele lá na premiação e nunca conseguir nada. Acho que ele tinha que parar de ir à cerimônia, só para evitar o clima chato em caso de derrota. Depois que ele ganhar, tudo bem, pode voltar a curtir a festa. 

Joy: o nome do sucesso

Outro filme do trio, ou melhor quarteto se contar com a participação do Robert de Niro. O trio é: David O. Russell, Jennifer Lawrence e Bradley Cooper. Tenho até certa preguiça de dizer quais são os outros projetos que eles fizeram juntos. O filme estreia em janeiro aqui no Brasil, mas lá nos EUA vai sair em dezembro. Pelo visto eles querem Oscar, pra estrear na pré-temporada do Oscar. O longa conta a história real de uma mulher que precisa enfrentar muita coisa depois de vender uma invenção sua por muito dinheiro. Eu estou meio cansada deste diretor, e um pouco da dupla Jennifer + Bradley, mas de novo, assistindo ao trailer a vontade de ver logo fica grande.

A Bruxa

A estreia mundial é agora em janeiro. A vontade de ver no cinema é muito grande também. Amo filme de terror, suspense, horror. Quanto mais medo e susto, melhor. Eu li que quem assistiu em alguns festivais sentiu que o filme tem muito mais impacto quanto menos você conhece da história de antemão. Eu nem li sinopse, e nem pretendo dizer aqui. Fica aqui com o trailer, não leia mais nada até assistir, e me diga se você não está se mijando.

Brooklyn

O longa é a história de uma jovem irlandesa que migra para os Estados Unidos na década de 50, por uma chance de ter uma vida melhor. Lá ela conhece outras pessoas de várias origens, pessoas na mesma situação que ela, e acaba se apaixonando por um jovem italiano. O filme é baseado no livro de mesmo nome, do Colm Tóibín. Eu li ano passado, e amei. Me emocionei muito, e espero que o filme consiga transmitir pelo menos um pouco do livro. Se isso acontecer vai entrar pros favoritos com certeza. Ah! O lançamento já aconteceu no exterior, mas parece que em ele chega em janeiro no Brasil.

The Diary of a Teenage Girl

O filme já estreou lá fora, mas por aqui ainda tá sem previsão. Minha sorte é que o torrent vive me salvando. Hehe. Esse aqui é um exemplo do que eu disse lá no início. Marquei na minha lista muito antes de ter um pôster. Apenas pelo Alexander Skarsgard, que eu adoro desde True Blood. A sinopse parece legal. É a vida de uma adolescente na década de 70, que parece ser bem comum, a não ser pelo fato de ela dormir com o namorado da mãe – adivinha quem é? Minha torcida é para que o filme não seja cheio de firulas emocionais, bem ao modo indie.